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Comissão da Verdade busca parceria com Governo do Estado

Por Ivan1
Segundo o secretário de Estado da Comunicação, Ênio Lins, o trabalho da Comissão da Verdade é de extrema importância para a sociedade e o Governo do Estado fará o possível para atender as demandas solicitadas (Foto: Dárcio Monteiro)

Segundo o secretário de Estado da Comunicação, Ênio Lins, o trabalho da Comissão da Verdade é de extrema importância para a sociedade e o Governo do Estado fará o possível para atender as demandas solicitadas (Foto: Dárcio Monteiro)

Instituída em setembro de 2013, a Comissão Estadual da Memória e Verdade Jayme Miranda foi criada para apurar as graves violações de Direitos Humanos ocorridas no período do Regime Militar em Alagoas. O secretário de Estado da Comunicação, Ênio Lins, representou o Governo do Estado em reunião do grupo realizada nesta quarta-feira (08), no Palácio República dos Palmares.
O propósito do encontro é definir o futuro da comissão, que, conforme a lei 12.528, de 18 de novembro de 2011, estabelece dois anos de mandato aos membros, a partir da criação. Segundo Ênio Lins, o trabalho da Comissão da Verdade é de extrema importância para a sociedade e o Governo do Estado fará o possível para atender as demandas solicitadas.
“Estou aqui como mediador, representando o Gabinete Civil. Faremos o possível para agilizar as demandas da Comissão da Verdade. Até sexta-feira [10 de julho] me comprometi em dar uma posição aos membros quanto às solicitações de recursos humanos qualificados para realizar a segunda etapa dos trabalhos, que consta pesquisas, análise dos relatórios, um local seguro para arquivar o acervo e uma secretária” assegurou.
De acordo com o presidente da Comissão, Delson Lira, a demanda mais urgente trata do término do mandato dos membros do grupo, em setembro de 2015. “Ou renova-se a Lei ou estuda-se a possibilidade de recriar a comissão por decreto. Estamos pedindo ajuda do governo para que seja realizada uma análise jurídica o mais breve possível,” ressaltou.

Trabalho desenvolvido

Segundo um dos membros da Comissão, Padre Manoel Henrique, foram ouvidos um número expressivo de familiares, amigos das vítimas e as próprias vítimas, além de alguns militares, ao longo de 2014. Agora é preciso analisar os depoimentos, consolidar o conteúdo e complementar os dados com as pesquisas e outras memórias.
A comissão é composta por sete membros – Delson Lira, Padre Manoel Henrique Soares, Maria Alba da Silva, Marivone Loureiro, Everaldo Patriota, recentemente Tomaz Beltrão e o professor Geraldo Magela, como consultor de assuntos históricos.

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