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Índice de Preços ao Consumidor de Maceió registra 0,24% em outubro

Por Redação com Agência Alagoas
Índice apresentou destaque, principalmente, na alta de produtos presentes no grupo de vestuário, que variou em 0,86%. Divulgação

Índice apresentou destaque, principalmente, na alta de produtos presentes no grupo de vestuário, que variou em 0,86%. Divulgação

Cada vez mais, o maceioense está precisando realizar pesquisas na hora da compra. Para mostrar ao consumidor as variações existentes nos produtos vendidos na capital, a Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) divulgou, nesta quinta-feira (10), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) referente ao mês de outubro de 2016.

De acordo com a pesquisa desenvolvida pela Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (Sinc), no último mês, o IPC apresentou uma variação de 0,24%. O índice apresentou destaque, principalmente, na alta de produtos presentes no grupo de vestuário, que variou em 0,86%.

“Neste grupo, em especial, constatamos que o produto que apresentou maior elevação foi a roupa infantil. Isso, é claro, pode ser entendido por conta do período do ano, que, tradicionalmente, é vinculado ao Dia das Crianças”, pontou o supervisor de pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio.

Ainda de acordo com a pesquisa, o grupo de alimentação e bebidas registrou variação de 0,71%, seguido do de habitação (0,12%); artigos de residência (0,07%); e o de saúde e cuidados pessoais, com variação de 0,15%.

“É importante frisar que, nesse mês, percebemos elevações e pequenos destaques em itens como a passagem de ônibus interestadual, esponja de limpezas, leite condensado e em produtos considerados mais essenciais, como o contrafilé e o frango. No caso das maiores quedas, é válido pontuar a diminuição no preço das passagens áreas e em algumas frutas, como o mamão e o abacaxi”, ressaltou Sinésio.

Cesta básica

Em relação à cesta básica, é importante destacar que houve uma elevação de 0,22% no valor do produto. Segundo a pesquisa, em outubro, para adquirir a cesta, o maceioense precisou gastar um percentual de 39,15% do salário atual, o que apresentou um aumento de 0,09% em relação ao mês anterior.

“De modo geral, para a aquisição da ração mínima alimentar do trabalhador maceioense, foi necessário que ele gastasse a quantia de R$ 344,50. Os produtos que contribuíram para esse aumento foram justamente o leite, a carne, o arroz e a farinha de mandioca, responsáveis pela variação na cesta”, ressaltou Sinésio.

O IPC ainda revelou que a carne obteve uma variação de 1,71%, em comparação com o último mês. Para se ter uma ideia deste valor, foi necessário que o trabalhador maceioense gastasse a quantia de R$19,74 para adquirir um quilo do produto.

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