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Crise entre vereadores e secretários de Teófilo tem novo capítulo

Por Roberto Gonçalves
Graça Lisboa

Graça Lisboa

Presidente da Câmara Municipal Graça Lisboa solicitou a gravação das declarações da secretária de Educação que teria denunciado que vereador solicitou o rateio das vagas do processo seletivo da Educação

A crise entre secretários de primeiro escalão da gestão do prefeito Rogério Teófilo (PSDB) e os vereadores arapiraquenses tem novo capítulo. A presidente da Câmara Municipal de Arapiraca, vereadora Graça Lisboa (PDT) solicitou a gravação da entrevista da secretária municipal de Educação, Mônica Pessoa que teria denunciado que um ou mais vereadores havia proposta em uma reunião, a diivisão entre eles dos cargos a serem preenchidos no processo seletivo da Educação.

De acordo com a vereadora, na próxima segunda-feira, (03) a Câmara Municipal de Arapiraca vai se pronunciar oficialmente sobre a denuncia da titular da pasta da Educação que é cunhada do deputado estadual Severino Pessoa (PSC) que a indicou para o cargo. Em uma entrevista ao programa Pajuçara na Hora, comandado pelo radialista Ailton Avlis, na última quinta-feira (30), apagou incêndio com gasolina aditivada, afirmando “Fomos procurada por um vereador pedindo o rateio das vagas equitativamente entre os vereadores do PSS.

E foi mais além a secretária da Educação “Caso seja preciso, irei naquela Casa e entre eles mostrarei quem propôs o inaceitável pacto”. A presidente da Câmara de Arapiraca, Graças Lisboa, que é educadora, e já ocupou a coordenação da 5ª Gere (Gerencia Regional de Educação) disse que a secretária nas suas declarações estava muito insegura e chegou a se complicar dizendo que o processo foi “sem lisura”.

Para presidente da Câmara a secretária está sob forte pressão e precisa de uma equipe de assessoria bem preparada. “Ela não sabia nem onde ficavam as escolas que disse que haviam iniciado as aulas”, disse Graças Lisboa. A exemplo da Escola Municipal Lauri Capistrano que não soube localizar a referida unidade de ensino localizada na Vila São José, antiga Lagoa do Rancho.

Para a presidente do Legislativo de Arapiraca, o PSS foi realizado de forma atropelada. Segundo ela, uma solução no momento, seria a renovação dos contratos dos atuais ocupantes dos cargos por três meses, até que o PSS fosse concluído. Entretanto, de acordo com Graça Lisboa, o procedimento foi realizado a “toque de caixa,” sem os devidos cuidados e planejamento. A secretária não acatou sequer a recomendação do Ministério Público para convocar a reserva técnica do PSS.

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