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Técnicos do Hospital Sofia Feldman, de Belo Horizonte, visitam HM

Por Marcel Vital

Ao andar pelos corredores, Vera Bonazzi explicou aos profissionais do HM que o Hospital Sofia Feldman tornou-se referência no Brasil pelo fato do atendimento ser diferenciado.

A equipe técnica do Hospital Sofia Feldman, de Belo Horizonte, que, atualmente, é a maior maternidade do Brasil, em números, a oferecer atendimento seguro e humanizado integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS), visitou o Hospital da Mulher Dr.ª Nise da Silveira (HM), localizado no bairro Poço, em Maceió. A visita foi para conhecer a estrutura, o funcionamento e as principais demandas da unidade hospitalar relatadas pela diretora-geral Renan Filho e o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, estão de parabéns. E nós, do Sofia Feldman, estamos de portas abertas para recebê-los e apoiá-los no que for necessário”, completou.

Na ocasião, Eliza Barbosa falou para a equipe técnica do Hospital Sofia Feldman sobre o Criança Alagoana (Cria), programa do Governo de Alagoas voltado para o olhar do serviço público e suas ações para garantia do bom desenvolvimento das pequenas crianças alagoanas. “O Cria consiste em integrar ações nas áreas da saúde, educação e assistência social, além de outras secretarias do nosso Estado, para que as políticas públicas em prol das crianças funcionem com mais eficiência”, disse.

Ao andar pelos corredores, Vera Bonazzi explicou aos profissionais do HM que o Hospital Sofia Feldman tornou-se referência no Brasil pelo fato do atendimento ser diferenciado. Isso porque, a assistência não é centrada nos profissionais, e sim no usuário. Isto é, na mulher, na criança, na família e no companheiro.

“É um hospital que a equipe acredita na missão, na visão e no modelo assistencial. Porque, se eles não acreditarem, ninguém consegue trabalhar lá. E vocês, que atuam no HM, precisam acreditar nisso. Precisam confiar na visão e na missão deste hospital, trabalhando com o coração e com a competência, em colaboração uns com os outros, pois isso é o que faz a diferença. São as pessoas que estão aqui dentro que vão fazer a mudança. Cuidando das pessoas que trabalham aqui, vocês vão ter um serviço de excelência e, por sua vez, vão ser reconhecidos como um hospital que pode ser exemplo para outros”, garantiu.

Vera Bonazzi salientou ainda que, mesmo que exista a hierarquia no ambiente de trabalho, ela não pode ser o fator gerador para diminuir a função dos profissionais, pois, a seu ver “quando você enxerga que todos são iguais e possuem voz, aí, sim, é possível trabalhar bem”

Vera Bonazzi salientou ainda que, mesmo que exista a hierarquia no ambiente de trabalho, ela não pode ser o fator gerador para diminuir a função dos profissionais, pois, a seu ver “quando você enxerga que todos são iguais e possuem voz, aí, sim, é possível trabalhar bem”. “O que percebi no HM é que todas as pessoas estão engajadas para que aqui dê certo. Para que aqui seja o modelo para outros lugares. Mas isso só vai acontecer se todos trabalharem num único objetivo, que é a mulher e a família”, complementou.

Em conversa com diretora-geral do HM, Vera Bonazzi disse que a capacitação em conjunto é uma das formas de integrar as profissões e seus profissionais. “Quando você divide, logo você olha diferente para o outro. Quando você junta, você mostra que todos são iguais e que têm a mesma competência, para um objetivo final que é o cuidado”, frisou.

Sobre o Hospital Sofia Feldman – Trata-se de um hospital referência em assistência materno-infantil em todo país. Possui 185 leitos: 87 obstétricos, 41 em Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (UTI), 45 em Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCI), e 12 de outras clínicas. São realizados cerca de 900 partos ao mês e assiste a uma população superior a 400 mil pessoas dos Distritos Sanitários Norte e Nordeste, em Belo Horizonte.

Durante a visita, a equipe técnica do hospital mineiro pode conhecer o auditório, o refeitório, os quartos PPP (pré-parto, parto e pós-parto), a copa para as gestantes e seus familiares; a Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), a sala de aula e estudo de caso, o estar da Mãe Canguru e o da família, a Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), a Central de Material e Esterilização (CME), a enfermaria obstétrica e a classificação de risco.

“Percebo que, desde a inauguração da maternidade, em 29 de setembro, as parturientes e os seus acompanhantes são fazem elogios à assistência que temos dado. O trabalho em equipe tem sido fundamental na qualidade dos nossos serviços. É um processo que envolve a coletividade, cujo propósito é oferecer o bem-estar da mãe, do bebê e do acompanhante. Vamos continuar trabalhando para sermos referência no Estado”, disse Eliza Barbosa, em conversa com o corpo técnico dos dois hospitais.

Trata-se de um hospital referência em assistência materno-infantil em todo país. Possui 185 leitos: 87 obstétricos, 41 em Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (UTI), 45 em Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCI), e 12 de outras clínicas.

Ao chegar ao Setor de Processamento de Roupas (SPR) do HM, a enfermeira obstetra e responsável técnica pelo Hospital Sofia Feldman, Vera Bonazzi, ganhou uma boneca de pano que simboliza os profissionais padioleiros e os que atuam, também, no processamento de roupas e infraestrutura da unidade hospitalar.

 “Eu fiquei realmente encantada com o HM. Vocês têm um hospital maravilhoso! Cheguei a conversar com um casal que teve o bebê aqui e eles me disseram que estão muito satisfeitos com a assistência, com a comida e com o acolhimento durante a internação e o momento de trabalho de parto”, elogiou ela, ao fazer vários registros fotográficos dos quadros que ornamentam as paredes do hospital, pintados pelos alunos da rede estadual de ensino.

Segundo Bonazzi, o que o HM se propôs a fazer, de ser um modelo assistencial e humanizado para ser o carro-chefe à assistência as gestantes e aos bebês, está sendo feito. “Vocês têm todos os equipamentos, a estrutura física e, sobretudo, os profissionais necessários e engajados para que esse serviço cresça cada vez mais e seja referência de modelo no Estado de Alagoas e, num futuro próximo, para o Brasil, quiçá o mundo”, destacou Vera, que está à frente da direção do Sofia Feldman há 16 anos.

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