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Bayern de Munique impõe derrota histórica ao Barcelona, faz 8 a 2 e vai às semis

O Bayern de Munique emulou a seleção alemã da Copa do Mundo de 2014 e impôs nesta sexta-feira ao Barcelona a pior derrota do clube espanhol na história. Intenso, insaciável, organizado e com um jogo coletivo perfeito, o time alemão atropelou o adversário catalão por 8 a 2, no Estádio da Luz, avançou para as semifinais da Liga dos Campeões e reforçou o seu favoritismo para vencer o torneio.

Grande postulante ao título da Liga dos Campeões, que não vence desde 2013, o Bayern vai enfrentar nas semifinais Manchester City ou Lyon, que duelam neste sábado. O confronto está marcado para a próxima quarta-feira, 19, novamente em Lisboa. A final será no domingo, dia 23.

Com uma atuação histórica, o time bávaro humilhou o Barcelona como se estivesse jogando contra um rival sem expressão e com jogadores desconhecidos. Avassaladora, a equipe alemã não teve piedade e passeou um Lisboa. No primeiro tempo, abriu o placar com Müller, viu o time espanhol empatar em uma infelicidade de Alaba, mas rapidamente passou à frente com Perisic. Gnabry marcou o terceiro e Müller apareceu novamente para transformar o placar em goleada no final da primeira etapa.

O que era um passeio no primeiro tempo se transformou em humilhação para o Barcelona na etapa final. O time espanhol até chegou a marcar o segundo com Suárez, em bela jogada do uruguaio, que aplicou uma linda finta em Boateng dentro da área. No entanto, era apenas de lampejos individuais de alguns jogadores que viveu a equipe catalã. E o principal deles, Lionel Messi, esteve apagado.

Assim, entregue, o Barcelona foi presa fácil para o Bayern. Os alemães deram uma aula de futebol nos últimos 45 minutos. O quinto saiu dos pés de Kimmich, completando linda jogada individual de Davies, que passou com a maior facilidade por Semedo pela esquerda.

Lewandowski, claro, não poderia passar em branco. O centroavante polonês, um dos maiores artilheiros da Europa, anotou o sexto escorando cruzamento do brasileiro Philippe Coutinho. O polonês chegou à marca de 14 gols na competição, média superior a um gol por jogo.

Coutinho entrou muito bem e foi responsável por concluir o massacre. Depois da assistência para Lewandowski marcar, o camisa 10 anotou o sétimo aos 40 minutos, em finalização rasteira no canto direito de Ter Stegen, e marcou o oitavo, para encerrar com requintes de crueldade a histórica goleada, aos 43 minutos. Ele foi tímido na comemoração, mas teve participação importante na partida que os dois times, por diferentes motivos, não esquecerão tão cedo.

Autor: Ricardo Magatti, especial para a AE
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