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Jornalista lança livro-reportagem sobre a tragédia da mineração; distribuição será em “drive-thru” literário

Por Assessoria

É uma viagem na história, rebuscando fatos lá no nascedouro. Juntamos peças de um grande quebra-cabeça, com documentos oficiais e fatos registrados pela imprensa alagoana”. Assim o jornalista Joaldo Cavalcante resume o teor do seu novo livro-reportagem, intitulado “Salgema, do erro à tragédia”. O autor apresenta a obra como uma contribuição ao debate sobre o futuro da cidade. “O desastre da mineração em plena área urbana mexe com o sentimento e a vida de milhares de pessoas”. A distribuição será sem custo e num “drive-thru” literário, marcado para 06 de outubro.

O livro possui 136 páginas, com dezenoves capítulos e uma seção de anexos contendo recortes de fatos jornalísticos marcantes, além de documentos oficiais acerca da polêmica instalação da antiga Salgema Indústrias Químicas S/A na restinga do Pontal da Barra. O prefácio é do professor e historiador Douglas Apratto. Em razão da pandemia, o autor da obra resolveu lançá-la de forma inovadora: vai fazer “drive thru” literário e franquear exemplares.

“Salgema, do erro à tragédia”, vai chegar às mãos do público na terça-feira, dia 06, a partir das 19 horas, no estacionamento próximo à barraca Pedra Virada, na Ponta Verde, onde a SMTT está reservando espaço para o autor fazer a entrega de exemplares aos condutores de veículo. “Graças à parceria cultural com o Cesmac, vou entregá-los sem nenhum custo, na janela do carro de quem desejar conhecer fatos históricos surpreendentes, cujo desfecho é o que todos estão vivenciando”, disse Joaldo Cavalcante.

Em ritmo de prestação de serviço à cidadania e visando animar o debate sobre as consequências para a cidade, decorrentes da mineração da Salgema-Trikem-Braskem, o jornalista Joaldo Cavalcante espera que a publicação seja útil para enriquecer a discussão, sobretudo entre os que desejam administrar Maceió, a partir de janeiro de 2021.

O esforço de reportagem do jornalista expõe a cumplicidade histórica das autoridades, nos mais diversos níveis de poder, que impuseram ao povo de Maceió uma indústria de alto risco, bem como seu campo de mineração. “Prevaleceu o lucro fácil, em detrimento da expansão urbana, da sustentabilidade e do potencial turístico da região, que gera muito emprego, divisas e não possui chaminé”, afirmou Cavalcante.

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