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Sesc realiza ação com crianças do Jogando e Aprendendo a Viver sobre o Aedes aegypti

Por Assessoria

Na manhã deste sábado, 28.11, o Sesc Alagoas entregou um kit para as crianças do Jogando e Aprendendo a Viver. A ação aconteceu das 10h às 11h, na Unidade Guaxuma. O kit foi composto por um caderno de desenho, giz de cera e material educativo. As crianças fizeram desenhos sobre o combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.

As altas temperaturas do fim de ano, junto com as chuvas de verão, proporcionam um ambiente favorável para a propagação do vetor da dengue. Apesar da pandemia do novo coranavírus, os cuidados com outras doenças devem ser mantidos para evitar possíveis surtos. “As famílias precisam administrar a prevenção destas duas doenças. As medidas de combate são importantes, pois diminuem a incidência das enfermidades transmitidas pelo mosquito. No caso da dengue, também pode matar”, explica a assistente social do Sesc, Mabel de Araújo.

Os integrantes do Jogando e Aprendendo a Viver, e seus responsáveis, tiveram a oportunidade de aprender sobre o tema por meio das atividades desenvolvidas pelo projeto. As crianças participaram de um circuito que simulou o desafio contra o vetor da dengue, zika e chikungunya. O professor de Educação Física do Sesc, Diego Harley, explicou que a ação teve o objetivo de relacionar a atividade física ao combate ao mosquito, visto que “simular situações do dia a dia, por meio de atividades lúdicas, torna a aprendizagem mais fácil por parte das crianças”.

Charles Arroxellas é pai do Charles Everton, 9 anos, participante do projeto. Para ele, os cuidados com a água parada e o meio ambiente são importantes. “Conheço algumas pessoas que tiveram dengue e chikungunya. A dengue pode evoluir para o quadro hemorrágico e a chikungunya pode deixar sequelas. Em alguns casos, após a cura ficam as consequências causadas por essas doenças”, relata.    

Mayra da Silva, 10 anos, está há três anos no projeto. Na atividade proposta para a ação, ela desenhou um prato de planta com areia como medida de combate ao mosquito e “assim o mosquito não entra dentro de casa”, explica. Sua mãe, Marinilza Lins, ressaltou a importância da discussão sobre o tema durante a pandemia. “O mosquito está bastante presente e as crianças precisam saber sobre o assunto para ajudar no combate. Com a proposta do projeto, dobrei os cuidados e compartilho as informações que recebo pela equipe do Sesc”, relata.

Sobre o projeto

O Jogando e Aprendo a Viver atende 70 crianças entre 7 e 12 anos, matriculadas na rede de ensino e com renda familiar corresponde a até três salários mínimos. Por meio do esporte e ações educativas, o projeto trabalha o condicionamento físico, a saúde mental e discute temas importantes para a comunidade. O formato original do projeto prever, mensalmente, um encontro com os responsáveis para discutir temas importantes para a formação cidadã dos participantes. As atividades acontecem entre o mês de março e dezembro.  

Em 2020, devido a pandemia da Covid-19, as atividades do projeto aconteceram de forma diferente. Todas as terças-feiras, a equipe do Sesc envia uma proposta de atividade para as crianças via WhatsApp. Os pequenos têm até a sexta-feira para enviar um vídeo realizando o exercício. Os circuitos e as oficinas propostas trabalham elementos do esporte. Além da parte física, as atividades abordam temas importantes para a sociedade como meio ambiente e sustentabilidade.

O projeto realizou três encontros “pegue e leve”, durante o ano. O primeiro foi correspondente ao Dia das Crianças e aconteceu a entrega de kits compostos por uma revista educativa, uma squeeze, uma escova de dentes e um cartão com uma mensagem especial, no dia 03.10. No dia 14.11, o “pegue e leve” foi sobre a Covid-19. Os alunos levaram frases ou desenhos relacionados às medidas de prevenção contra o vírus e, em troca, receberam um kit com uma máscara personalizada e álcool em gel. E o terceiro encontro aconteceu hoje. 

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