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Eleição, Trump e hora da mudança em Palmeira

Chegamos na reta final da Campanha eleitoral. De hoje a sete dias o eleitorado escolherá em todo o país prefeitos e vereadores.

São esses agentes políticos que cuidarão diretamente das vidas e destinos de todos nós a partir de janeiro.

Numa campanha eleitoral atípica – onde a internet prepondera para que os candidatos passem suas propostas e mensagens, vimos de tudo um pouco e o câncer chamado “fake news” utilizado em larga escala na eleição de 2018, parece ter diminuído este ano, especialmente em Alagoas – onde os alertas da justiça para os infratores pareceram eficazes.

Apenas alguns ataques vis partiram de asseclas de candidatos desesperados com a possibilidade de derrota, coisa que não pode ser confundida com o trabalho jornalístico que denuncia as mazelas existentes.

Este mesmo que vos escreve foi vítima de um desses ataques cujas providências judiciais já foram tomadas contra os infratores e mandantes.

Internet não é terra sem lei.

Quem se arrisca a utilizá-la é preciso ter a responsabilidade de colocar o nome e CPF para jogo – como diz o jargão popular.

Mas voltando ao tema principal, à campanha eleitoral e especialmente à Palmeira dos Índios, minha terra – tenho posicionamento por princípio de que não deveria haver reeleição.

Sou contra reeleição que deveria ser banida do sistema eleitoral brasileiro.

Em sendo assim, sou favorável à democracia que prima pela rotatividade do poder e pelo exercício de apenas um mandato para cada prefeito, governador ou presidente eleitos.

Os motivos são vários, mas vou citar apenas dois deles:

O primeiro, refere-se aos detentores de mandatos que buscam se reeleger sempre usando a máquina pública em desfavor dos concorrentes, o que torna a luta desigual.

Já o outro motivo é aquele no qual um segundo mandato nunca repete a eficiência do primeiro (já vimos isso em vários casos) onde por exemplo os reeleitos relaxam, ficam preguiçosos e deixam de trabalhar como deveriam.

Saindo de Palmeira dos Índios e dando um pulinho no hemisfério norte, lá nos EUA, que belo exemplo deram os americanos ao tirar do poder um modelo de gestão baseado no marketing e aparições fantasiosas nas redes sociais?

Lá os cidadãos americanos disseram “NÃO” à reeleição de Trump da maneira mais simples e categórica: no voto popular.

Eles nos ensinaram que se não está dando certo, muda! Passar mais quatro anos no erro é como dar uma pena de sofrimento para nossos semelhantes.

Não é porque “fulaninho” está no poder, no mandato que não pode perder a eleição.

Trump, o homem mais poderoso do mundo, perdeu, imagine então um prefeito qualquer de uma cidade brasileira?

Aqui enquanto nossos congressistas não retiram de nosso ordenamento eleitoral essa anomalia chamada reeleição que tal fazermos o mesmo que os americanos fizeram com Trump?

Acredito que nós precisamos mudar! E podemos!

Isto é fundamental e salutar para todo cidadão de bem que deseja o melhor para sua cidade.

Precisamos de gestores com capacidade administrativa plena, melhor equipe técnica, agentes políticos que sejam opostos à corrupção e ao enriquecimento ilícito e que saibam cuidar da gente.

A hora é de mudança!

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