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Um abraço em Palmeira

Para que não paire dúvidas e a quem interessar possa, este artigo não é propaganda política. É opinião garantida pela Constituição Federal que zela pela livre manifestação de pensamento.

Esclareço dessa forma porque hoje em dia tem politiqueiros que confundem opinião com propaganda e até mesmo o contrário.

Mas o que desejo tratar aqui é sobre a eleição de Palmeira dos Índios. Da luta de duas mulheres – uma enfermeira e uma juíza – cada uma com seu propósito e em diferentes siglas, mas com objetivos comuns – que é devolver a administração de Palmeira dos Índios à moralidade e ao povo.

A luta delas para retirar aqueles que constrangem o palmeirense com uma pífia gestão é algo que todo cidadão deve se orgulhar.

Passamos nós, os palmeirenses por momentos difíceis nesses últimos 3 anos e 10 meses, onde apenas a elite foi beneficiada em detrimento do mais carente, do mais pobre.

Uma gestão que se intitulou “governo do Povo” favoreceu exclusivamente uma elite decadente e esqueceu completamente quem a elegeu.

Não preciso elencar aqui a série de faltas graves da atual gestão porque são públicas e notórias e disso as autoridades tomarão conta no seu devido tempo.

Ademais o “governo do povo” que esqueceu o povo é apenas defendido pela turma do pirão – integrada por aqueles que fazem parte da mamata e que por certo deverá enxovalhar este articulista.

Mas pouco importa, só árvores que dão frutos é que são apedrejadas e o couro desse jornalista é grosso, já aguentou muita pancada de todo os jeitos sem pestanejar.

Mas voltando ao tema deste artigo (de alguns que virão nessa reta final para a minha meia dúzia de leitores) as duas mulheres candidatas são exemplos de democracia.

Sem alarde e foguetório, visitam silenciosamente o eleitor em suas casas e mostram suas propostas, sem prometer o que não podem e nem o que não devem.

Elas não precisam do jogo sujo eleitoral para caminhar entre as pessoas e olharem de cabeça erguida, olho no olho, com dignidade e consciência tranquila de que estão fazendo o certo.

Elas não precisam difamar, atribuir pseudônimos pejorativos aos adversários apenas porque estão incomodadas com a receptividade destes perante o povo ou porque não suportam críticas ou “fiscais de obras paralisadas”.

Outro dia, assistindo pela TV o debate dos candidatos a presidência dos EUA me deparei com um momento que me fez refletir bastante. Lá a escolha é pela moral e não pelos candidatos. Por incrível que pareça, não são os candidatos que estão sendo julgados e sim o próprio povo. Da mesma forma e guardando as proporções aqui nas terras palmeirenses também.

A escolha do eleitor estará refletindo para si. Se ele deseja continuar dessa forma, o povo palmeirense estará escolhendo contra a sua moral.

Para finalizar, na última semana, vi uma cena – que reproduzo aqui e que deve ter emocionado o eleitor que busca o certo. Que busca resgatar Palmeira dos Índios para um caminho real de progresso, sem maquiagem, ilusão, lero ou coisa parecida.

O abraço de Mosabelle e Sônia Beltrão em encontro na feira livre do sábado passado foi um abraço em todo o palmeirense de bem que deseja uma cidade livre de escândalos e no caminho do desenvolvimento.

Mosabelle e Sônia, naquele gesto – abraçaram toda a Palmeira dos Índios.

Eu me senti feliz ao ver a enfermeira ir ao encontro da juíza, abraça-la carinhosamente que por sua vez a recebeu também de braços abertos.

Que momento lindo e espontâneo da democracia de Palmeira dos Índios!

Percebi ali que estaremos entregues em boas mãos. Que o povo terá mulheres de bem para cuidar da gente e sem corrupção!

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