Jovem confundida com traficante morta em operação desabafa: “Japinha do CV não existe”
Maria Eduarda, conhecida nas redes sociais como Penélope, se pronunciou pela primeira vez após ser apontada, de forma equivocada, como a suposta “Japinha do CV”, uma mulher tida como integrante do Comando Vermelho e que teria morrido durante a Megaoperação Contenção, no Rio de Janeiro, no fim de outubro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, na noite dessa terça-feira (11), Maria Eduarda desmentiu os boatos e afirmou ter sido vítima de uma confusão que virou um pesadelo. “Essa tal de Japinha que estão falando aí… não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe. O meu nome é Maria Eduarda, conhecida como Penélope”, declarou.
O caso ganhou repercussão após fotos da jovem circularem nas redes sociais junto de notícias sobre a morte de uma suposta traficante durante a operação policial. Em poucas horas, as imagens se espalharam, e Maria passou a ser identificada como uma das mortas no confronto — informação que foi negada oficialmente pela Polícia Civil.
Segundo as investigações, nenhuma mulher morreu na operação. O corpo inicialmente associado ao caso era, na verdade, do traficante Ricardo Aquino dos Santos. As autoridades também apontaram que Maria Eduarda não tinha as mesmas tatuagens nem as características físicas da pessoa mencionada nos rumores.
No vídeo, a jovem negou qualquer envolvimento atual com o tráfico e disse que algumas imagens usadas na internet remetem a uma fase antiga da sua vida. Ela afirmou ainda que jamais declarou estar morta: “Isso tudo foi criado pela internet. Em nenhum momento eu ou minha família falamos isso. Usaram fotos e áudios antigos e distorceram tudo.”