COP30 | DIÁLOGO E INCLUSÃO

Corrêa do Lago e Ana Toni dão exemplo de negociação com manifestantes

Lideranças da COP30 dialogam diretamente com indígenas Munduruku e contribuem para retomada das discussões na conferência

Publicado em 14/11/2025 às 11:26
Corrêa do Lago Renato Araújo/Câmara dos Deputados

A secretária Extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, destacou nesta sexta-feira (14) a postura do presidente da COP30, André Corrêa do Lago, e da diretora-executiva (CEO) do evento, Ana Toni, ao negociarem pessoalmente com os povos indígenas que participaram de uma manifestação durante a manhã.

O grupo, formado por representantes do povo indígena Munduruku, reivindicava espaço para ser ouvido na conferência, que, segundo eles, estaria sendo realizada a portas fechadas. A manifestação bloqueou o portão principal de acesso ao pavilhão onde acontecem os trabalhos da COP30, atrasando a entrada das delegações e o cronograma do evento.

"Tivemos uma demonstração do diálogo que precisamos para discutir todas essas questões. Eles foram até os manifestantes indígenas, ouviram suas demandas e permitiram que as discussões fossem retomadas", afirmou Cristina Reis.