O que já se sabe sobre a criação do Conselho da Paz de Trump
Iniciativa reúne representantes de 19 países e prevê administração da Faixa de Gaza após acordo entre Israel e Hamas
Representantes de 19 países assinaram em Davos, na Suíça, o estatuto do Conselho da Paz, criado como parte do processo de resolução pacífica para a Faixa de Gaza.
Além de Donald Trump, o documento contou com a assinatura de líderes e representantes do Azerbaijão, Argentina, Armênia, Bahrein, Bulgária, Hungria, Indonésia, Jordânia, Cazaquistão, Catar, Marrocos, Mongólia, Emirados Árabes Unidos, Paquistão, Paraguai, Arábia Saudita, Turquia, Uzbequistão e do autoproclamado Kosovo.
Segundo Trump, o Conselho da Paz será composto por mais de 50 países. Convites para integrar o órgão foram enviados a diversos líderes estrangeiros, incluindo o presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Trump afirmou que irá presidir o conselho, que terá como responsabilidade a administração da Faixa de Gaza conforme acordo firmado entre Israel e Hamas.
De acordo com o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, o Conselho da Paz atuará não apenas em Gaza, mas também em outras regiões de conflito.
Conforme informações da Bloomberg, cada país-membro terá mandato de até três anos, exceto aqueles que fizerem uma contribuição inicial de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,31 bilhões).
As decisões do conselho serão tomadas por maioria de votos, mas estarão sujeitas à aprovação final do presidente do órgão.