JPMorgan rebate Trump e nega ter encerrado contas por motivos políticos
Banco afirma que decisão foi baseada em riscos legais e regulatórios, e não em questões partidárias
O JPMorgan Chase respondeu às acusações do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que teria encerrado suas contas por razões políticas. Trump entrou com uma ação judicial nesta quinta-feira, 22, contra o banco e seu CEO, Jamie Dimon, no valor de US$ 5 bilhões.
"Embora lamentemos que o presidente Trump tenha nos processado, acreditamos que a ação não tem mérito. Respeitamos o direito do presidente de nos processar e nosso direito de nos defendermos – é para isso que servem os tribunais", afirmou o banco, em nota oficial.
O JPMorgan enfatizou ainda que não encerra contas por motivos políticos ou religiosos, mas sim quando elas representam risco legal ou regulatório para a instituição.
"Lamentamos ter que tomar essa medida, mas muitas vezes as regras e expectativas regulatórias nos levam a isso. Temos solicitado tanto a esta administração quanto às anteriores mudanças nos regulamentos que nos colocam nessa posição e apoiamos os esforços deste governo para evitar a instrumentalização do setor bancário", acrescentou o banco.