FRONTEIRA EUA-MÉXICO

Tiroteio com agente da fronteira nos EUA deixa uma pessoa em estado crítico no Arizona

Ocorrência aconteceu próximo à cidade de Arivaca, região conhecida pelo tráfico e travessia de migrantes; FBI investiga o caso

Publicado em 27/01/2026 às 19:40
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial Nano Banana (Google Imagen)

Uma pessoa foi baleada e está em estado crítico após um tiroteio nesta terça-feira, 27, envolvendo um agente da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos no Arizona, próximo à fronteira com o México.

O Departamento do Xerife do Condado de Pima informou que o FBI solicitou que a corporação liderasse a investigação sobre o uso da força pelo agente federal. Segundo o departamento, esse procedimento é padrão quando uma agência federal está envolvida em tiroteios na região.

"Pedimos à comunidade que permaneça paciente e compreensiva enquanto esta investigação avança", declarou o órgão em comunicado oficial.

Em resposta à Associated Press, o FBI confirmou que apura uma suposta agressão a um agente federal próximo a Arivaca, cidade localizada a cerca de 16 km da fronteira mexicana. Questionado sobre a relação entre a agressão e o tiroteio, o FBI não se manifestou.

O Corpo de Bombeiros de Santa Rita, que atendeu à ocorrência, informou que a pessoa ferida estava sob custódia das autoridades. "O atendimento ao paciente foi transferido para um helicóptero médico local para transporte rápido a um centro de trauma regional", comunicou a corporação. Um hospital de trauma em Tucson, para onde a vítima teria sido levada, não divulgou informações.

A região é conhecida como rota frequente para traficantes de drogas e migrantes que cruzam ilegalmente a fronteira, o que motiva patrulhamento regular por parte dos agentes. Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre o suspeito envolvido.

O caso ocorre em um mês marcado por três tiroteios — dois deles fatais — com participação de agentes de imigração dos EUA, durante uma grande operação do Departamento de Segurança Interna em Minnesota. Procurada, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA não respondeu aos pedidos de esclarecimento. (Com informações da AP)