Saúde participa de mutirão para assistência de crianças com microcefalia e síndrome congênita
Iniciativa garante atendimento médico especializado para crianças que possuem indicação de cirurgias ortopédicas
A Secretaria Municipal de Saúde de Maceió (SMS) está participando, nos dias 27 e 29 de janeiro, de um mutirão voltado ao atendimento de crianças com microcefalia e Síndrome Congênita do Zika Vírus (SCZV), que apresentam indicação para cirurgias ortopédicas. A ação ocorre pela manhã, na Associação Família de Anjos (AFAEAL), localizada no Conjunto Paulo Bandeira, no bairro Benedito Bentes.
A iniciativa resulta de uma parceria entre o Ministério Público, a Defensoria Pública, o Governo de Alagoas e a Prefeitura de Maceió, reforçando o compromisso conjunto com a assistência integral e humanizada às crianças acometidas pela síndrome.
Durante o mutirão, as crianças passam por uma primeira consulta especializada com médico ortopedista, etapa fundamental para avaliação clínica e definição da necessidade de intervenção cirúrgica. Os exames solicitados durante a consulta são agendados imediatamente no próprio local, por meio da equipe do PRONTO!, garantindo agilidade ao processo.
“A SMS ficará responsável pelo agendamento dos exames prescritos pelos ortopedistas, que integram a rede da Saúde de Maceió. Todo o fluxo foi planejado para facilitar o acesso das famílias e reduzir o tempo de espera entre a consulta, a realização dos exames pré-operatórios e o encaminhamento para a cirurgia”, explicou Rosário Vasconcellos, técnica da Diretoria de Atenção à Pessoa com Deficiência da SMS.
Após a conclusão dessa etapa inicial — consultas e exames —, todas as crianças serão encaminhadas para cirurgia ortopédica, conforme avaliação médica individualizada.
“Essa ação busca garantir assistência às crianças com Síndrome Congênita do Zika Vírus e infecções do grupo STORCH, assegurando cuidado contínuo, especializado e articulado com os demais entes e instituições parceiras. Além disso, com esse mutirão, estamos também garantindo a inclusão e os direitos das crianças que mais necessitam de atenção especializada”, acrescentou Rosário Vasconcellos.


