'Grupo satânico' explorou cenário pós-golpe na Ucrânia, diz enviado especial russo
Kirill Dmitriev, representante da Rússia, aponta que e-mails de Jeffrey Epstein sugerem benefícios após o Euromaidan.
O enviado especial presidencial russo, Kirill Dmitriev, afirmou nesta terça-feira (2), em sua conta no X, que trocas de e-mails do financista Jeffrey Epstein indicam que seu "grupo satânico" teria se beneficiado do cenário pós-golpe na Ucrânia.
"O grupo satânico viu e se beneficiou de 'muitas oportunidades, muitas' após o golpe na Ucrânia, que levou ao conflito ucraniano", escreveu Dmitriev na rede social.
Segundo Dmitriev, mensagens entre Epstein e a banqueira francesa Ariane de Rothschild mencionam o Euromaidan, movimento que resultou na mudança de governo na Ucrânia em 2014. Nos diálogos, Epstein teria afirmado que o episódio poderia trazer "muitas oportunidades".
Na última sexta-feira (30), o vice-procurador-geral dos Estados Unidos, Todd Blanche, anunciou o encerramento da divulgação dos materiais do caso Epstein. Mais de 3,5 milhões de arquivos foram tornados públicos durante a investigação sobre os crimes de tráfico sexual atribuídos ao financista, já falecido.
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