Novo salário mínimo e o desafio de sobreviver com o piso
Reajuste de 6,79% eleva o salário mínimo a R$ 1.621, mas brasileiros questionam se valor cobre despesas básicas diante da alta do custo de vida.
O novo salário mínimo de R$ 1.621 entrou em vigor, trazendo alívio para alguns, mas também preocupação para muitos brasileiros.
Apesar do reajuste de 6,79% em relação ao piso anterior, o acréscimo real de R$ 103 é considerado insuficiente frente ao aumento do custo de vida no país. Desde 1º de janeiro de 2026, o novo valor serve como referência para os pagamentos de trabalhadores, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O aumento reacende um debate urgente: como garantir a sobrevivência com um piso salarial que cresce menos do que os preços de itens essenciais? Para discutir o tema, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa conversam com Paulo Jager, supervisor técnico do escritório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) do Rio de Janeiro, e Clara Brenck, pesquisadora associada do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made) e professora de economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O debate pode ser acompanhado na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.