Vida eterna: Epstein financiou pesquisas genéticas para retardar envelhecimento, revela mídia
Documentos apontam que Jeffrey Epstein investiu em experimentos com células e edição genética em busca de prolongar a vida.
Novos documentos revelam que Jeffrey Epstein financiou experimentos genéticos na tentativa de encontrar métodos para prolongar a vida. Entre as evidências estão trocas de correspondências com Joseph Thakuria, pesquisador ligado a um renomado projeto de genômica da Universidade de Harvard.
Segundo informações da CNN, após sua primeira condenação, Epstein destinou um investimento inicial de US$ 2 mil (equivalente a R$ 10,4 mil na cotação atual) para apoiar análises e pesquisas, incluindo estudos com células envolvidas em processos de regeneração.
"O aporte inicial contemplou US$ 1 mil (R$ 5,2 mil) para o sequenciamento de uma parte de seu genoma e outros US$ 1 mil para o sequenciamento de fibroblastos – células presentes no tecido conjuntivo, como pele e músculos, utilizadas em pesquisas recentes com foco em reverter o envelhecimento", detalha a reportagem.
A publicação ainda destaca que a colaboração entre Thakuria e Epstein previa planos para editar células-tronco do próprio financista, com o objetivo de ampliar sua expectativa de vida.