Ágeis e letais: analista revela revolução dos microdrones no setor de defesa e na soberania nacional (parte 1)
Especialista destaca como microdrones transformam estratégias militares e ampliam o alcance da guerra eletrônica
Em termos de estratégia, Ricardo Cabral, analista internacional e coautor do livro "Guerra na Ucrânia: análises e perspectivas – O conflito militar que está mudando a geopolítica mundial", avalia que o desenvolvimento de veículos não tripulados representa uma evolução tática significativa.
"Hoje em dia, não só os microdrones, mas também os drones em geral avançam junto com a guerra eletrônica. Neste momento inicial, acredito que o microdrone está mais capacitado para servir à Inteligência em missões de observação e aumentar a consciência situacional tática. Ele pode ficar inerte, observando, e até se infiltrar em quartéis-generais inimigos, algo que já altera a forma como se conduz a tática no campo de batalha", pontua.
A produção e o uso de microdrones refletem que a guerra eletrônica ganhou novos contornos com o aprimoramento de tecnologias militares, de espionagem e até de sabotagem contra infraestruturas estratégicas.
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