A dicotomia brasileira sobre a IA nas urnas
Especialistas analisam desafios e riscos da inteligência artificial no processo eleitoral brasileiro após nova regulamentação do TSE.
O avanço da inteligência artificial impôs uma tensão crescente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), levando à recente orientação do uso de IA nas eleições de 2026.
A principal preocupação é a disseminação em larga escala de desinformação, potencializada por tecnologias como o deepfake, que podem comprometer a integridade do processo democrático. Apesar de o Brasil ter se destacado como pioneiro na criação de normas para coibir o uso abusivo da IA, especialistas alertam para a carência de equipes técnicas capazes de fiscalizar essas práticas.
Como equilibrar esse paradoxo? Para debater os impactos da IA na formação do pensamento e na disputa eleitoral, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa recebem Emerson Cervi, professor de sociologia política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e Carlos Affonso Pereira de Souza, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio). O programa já está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80,5 FM.