ELEIÇÕES 2026

A dicotomia brasileira sobre a IA nas urnas

Especialistas analisam desafios e riscos da inteligência artificial no processo eleitoral brasileiro após nova regulamentação do TSE.

Por Sputinik Brasil Publicado em 03/03/2026 às 15:00
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial Nano Banana (Google Imagen)

O avanço da inteligência artificial impôs uma tensão crescente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), levando à recente orientação do uso de IA nas eleições de 2026.

A principal preocupação é a disseminação em larga escala de desinformação, potencializada por tecnologias como o deepfake, que podem comprometer a integridade do processo democrático. Apesar de o Brasil ter se destacado como pioneiro na criação de normas para coibir o uso abusivo da IA, especialistas alertam para a carência de equipes técnicas capazes de fiscalizar essas práticas.

Como equilibrar esse paradoxo? Para debater os impactos da IA ​​na formação do pensamento e na disputa eleitoral, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa recebem Emerson Cervi, professor de sociologia política da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e Carlos Affonso Pereira de Souza, professor da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio). O programa já está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80,5 FM.