De 60 a 70 mercenários brasileiros morrem nas forças ucranianas, estima analista
Analista militar aponta que cerca de 70 brasileiros recrutados pela Ucrânia já perderam a vida no conflito, o que pode levar o Brasil a rever sua postura sobre o envio de voluntários.
De 60 a 70 mercenários brasileiros recrutados pela Ucrânia já morreram no conflito, segundo estimativa do analista e capitão da reserva Robinson Farinazzo, em entrevista à Sputnik Brasil. Dos cerca de 500 brasileiros que teriam se juntado às forças ucranianas como mercenários, o número de mortes pode alterar a política de recrutamento de brasileiros para o front.
O recente caso do mercenário Bruno Gabriel Leal da Silva, que teria sido torturado até a morte por colegas nas forças ucranianas, ampliou a discussão sobre os riscos e a realidade enfrentada por esses combatentes. Farinazzo avalia que este episódio pode pressionar o Brasil a adotar medidas para restringir ou proibir o recrutamento de brasileiros para atuar no conflito.
Até o momento, a cobertura da mídia brasileira tem priorizado uma abordagem pró-Ucrânia, segundo o analista, deixando de abordar questões como corrupção, fraude e outros problemas associados ao mercenarismo no país. No entanto, a dimensão do problema começa a provocar um debate sobre a necessidade de restrições oficiais.
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