ECONOMIA

IPC-S da FGV volta a subir na primeira quadrissemana de março após queda em fevereiro

Inflação medida pelo IPC-S registra alta de 0,04% no início de março, influenciada por serviços e alimentação.

Publicado em 09/03/2026 às 08:22
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial Nano Banana (Google Imagen)

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas ( FGV ), registrou avanço de 0,04% na primeira quadrissemana de março, após ter apresentado queda de 0,14% no fim de fevereiro. Com esse resultado, o índice acumula alto de 2,81% nos últimos 12 meses.

Entre os oito grupos que compõem o IPC-S, cinco selecionados: Educação, Leitura e Recreação (de -2,81% para -1,86%), Alimentação (de 0,07% para 0,35%), Despesas Diversas (de 0,37% para 0,96%), Vestuário (de -0,24% para 0,04%) e Comunicação (de 0,05% para 0,09%).

Por outro lado, houve desaceleração nos grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,12% para 0,04%), Transportes (de 0,04% para 0,01%) e Habitação (de 0,34% para 0,32%).

Principais cargas

Os itens que mais pressionaram a alta do índice foram: serviços bancários (de 0,0% para 1,05%), refeições em bares e restaurantes (de 0,77% para 0,81%), aluguel residencial (de 0,62% para 0,63%), taxa de água e esgoto residencial (de 0,87% para 1,13%) e plano e seguro de saúde (de 0,43% para 0,42%).

No sentido contrário, desenvolveu-se para conter o índice: passagem aérea (de -21,38% para -18,83%), gasolina (de -0,49% para -0,56%), perfume (de 0,24% para -2,44%), protetores para a pele (de -4,08% para -4,03%) e café em pó (de -1,55% para -1,91%).