Galípolo afirma que investigação sobre ex-servidores está na CGU e PF
Presidente do BC detalha andamento de processos envolvendo Paulo Souza e Belline Santana, acusados de favorecer o Banco Master.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quinta-feira (26) que os processos relacionados aos ex-servidores Paulo Souza e Belline Santana, suspeitos de conluio com o Banco Master, estão sob responsabilidade da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Federal.
"Encaminhamos o processo para a CGU, que dará continuidade à apuração na esfera administrativa. No âmbito criminal, a investigação está a cargo da Polícia Federal", explicou Galípolo durante coletiva de imprensa sobre o Relatório de Política Monetária (RPM).
Segundo o presidente do BC, uma auditoria interna identificou indícios de que Paulo Souza, ex-diretor de Fiscalização, e Belline Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária, teriam recebido vantagens ilícitas para beneficiar o Banco Master dentro da instituição.
Após a identificação das suspeitas, o Banco Central encaminhou o caso à CGU, que conduz a apuração administrativa, conforme revelou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.