Juros futuros recuam com alívio externo e indicadores domésticos
Redução das taxas acompanha queda do dólar e do petróleo após suspensão de sanções ao Irã pelos EUA
Os juros futuros registram queda na manhã desta segunda-feira, 18, impulsionados por fatores externos e indicadores econômicos nacionais.
A retração ocorre em meio à desvalorização do dólar, à baixa do petróleo e à diminuição do rendimento dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos (T-Note de 10 anos), após a suspensão das sanções petrolíferas ao Irã pelos EUA.
No segmento de vencimentos mais curtos, o recuo é mais discreto, mesmo após o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apontar queda de 0,67% em março — desempenho inferior à mediana das projeções, que era de -0,30%.
Outro destaque é o IGP-10, que desacelerou fortemente ao subir 0,89% em maio, após avanço de 2,94% em abril, ficando abaixo da mediana estimada de 1,11%.
Às 9h08, a taxa do Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 14,215%, ante 14,227% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 recuava para 14,085%, frente a 14,160%, enquanto o DI para janeiro de 2031 marcava 14,17%, ante 14,25% no ajuste de sexta-feira.