AUDIÊNCIA NO SENADO

Em audiência pública na CAE, Galípolo evita comentar caso específico do BRB

Presidente do Banco Central explica procedimentos para bancos em situações de liquidez e patrimônio, mas não detalha caso do Banco de Brasília.

Publicado em 19/05/2026 às 15:05
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo Reprodução

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que não pode comentar sobre instituições específicas, ao ser questionado nesta terça-feira (19) pela senadora Leila Barros (PDT-DF) sobre a situação do Banco de Brasília (BRB), durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Galípolo, no entanto, se dispôs a abordar de forma geral algumas situações citadas no questionamento.

Segundo o presidente do BC, existem dois tipos de circunstâncias que podem exigir algum tipo de ajustamento para um banco: questões de patrimônio ou de liquidez. No caso de um problema de liquidez, explicou, o banco pode vender algum ativo que possui, o que, por sua vez, pode impactar negativamente o patrimônio. Já para resolver questões patrimoniais, a solução é um aporte de capital, seja do acionista atual ou de um novo investidor.

No caso do BRB, o Governo do Distrito Federal é o acionista majoritário do banco.