TJ de Alagoas mantém prisão preventiva de dono de clínica investigado por estupro e cárcere privado
Decisão unânime da Câmara Criminal negou pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa de Maurício Anchieta de Souza
A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (27), manter a prisão preventiva do empresário Maurício Anchieta de Souza, proprietário da clínica Luz e Vida, localizada em Marechal Deodoro.
Os desembargadores negaram o pedido de Habeas Corpus apresentado pela defesa do réu e acompanharam o voto do relator do processo, confirmando o entendimento já adotado pela Justiça de primeiro grau da comarca do município.
Maurício Anchieta responde, neste processo, por crimes de estupro, tortura, cárcere privado e exercício ilegal da medicina. A decisão da segunda instância ratificou a manutenção da custódia cautelar determinada anteriormente pelo juiz responsável pelo caso.
Além desta ação penal, o empresário também é réu em outro processo que investiga a morte da esteticista Cláudia Pollyanne. A vítima foi assassinada a tiros dentro da clínica de reabilitação administrada por Maurício Anchieta.
No caso relacionado ao homicídio, o pedido de prisão preventiva contra o empresário e contra Jéssica da Conceição Vilela havia sido negado, em primeira instância, pela juíza Fabíola Feijão.