Justiça argentina determina suspensão de atividades petrolíferas nas Malvinas
Decisão envolve as empresas Rockhopper e Navitas, em meio a tensões entre Argentina e Reino Unido.
A justiça argentina ordenou nesta quarta-feira, 16, que as petrolíferas Rockhopper Exploration e Navitas Petroleum interrompam o desenvolvimento de um campo em águas profundas nas Ilhas Malvinas, em meio à crescente tensão entre Argentina e Reino Unido pela soberania do arquipélago.
A juíza federal Mariel Borruto, da província de Tierra del Fuego, no extremo sul do país sul-americano, atendeu a uma medida cautelar solicitada por ambientalistas e ex-combatentes argentinos da guerra contra os britânicos pela ilha.
A magistrada ordenou às empresas britânica e israelense, respectivamente, "que se abstenham de iniciar, continuar, executar ou fazer executar atos materiais" do projeto Sea Lion, segundo o documento ao qual a The Associated Press teve acesso.
A medida judicial é preventiva e ocorre em um contexto de crescente tensão após o presidente argentino, Javier Milei, anunciar recentemente a instalação de uma base naval na província de Tierra del Fuego, o ponto continental mais próximo do arquipélago, e o envio ao Congresso de um projeto para endurecer as sanções vigentes contra empresas nacionais e estrangeiras que operem nas Malvinas.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).