Operação Cerco Fechado cumpre mandados de prisão em três municípios do Sertão de Alagoas
Ação da Polícia Civil resulta em prisões por estupro de vulnerável, furto e inadimplência de pensão em Batalha, Pão de Açúcar e Delmiro Gouveia.
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) realizou, nesta quinta-feira (29), mais uma etapa da operação Cerco Fechado, cumprindo mandados de prisão nos municípios de Batalha, Pão de Açúcar e Delmiro Gouveia. A iniciativa integra os trabalhos da Diretoria de Polícia Judiciária 4 (DPJ4), sob a coordenação do delegado Antônio Carlos Lessa. As equipes continuam em diligências no Sertão alagoano para executar outras ordens judiciais.
Em Batalha, sob comando do delegado Hugo Leonardo, titular da 3ª Delegacia Regional de Polícia (3ª DRP), foi cumprido um mandado de prisão por estupro de vulnerável. O acusado foi localizado em sua residência, detido e encaminhado à unidade policial para os procedimentos legais. Ele foi condenado a 12 anos e 10 meses de reclusão por crime ocorrido em 2018 e permanece à disposição da Justiça.
Em Pão de Açúcar, as ações foram conduzidas pelo delegado Isaías Rodrigues, do 48º Distrito Policial. Um dos mandados de prisão preventiva, relacionado a um homicídio, não pôde ser cumprido devido ao falecimento do autor. Outro mandado foi cumprido contra um homem de 45 anos, investigado por furto qualificado, estupro de vulnerável e estupro.
Já em Delmiro Gouveia, a equipe do 26º Distrito Policial, sob o comando do delegado Rodrigo Rocha Cavalcante, executou um mandado de prisão por inadimplência de pensão alimentícia. O homem foi detido e encaminhado à delegacia, ficando à disposição do Poder Judiciário.
Operação Cerco Fechado
A operação Cerco Fechado foi deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas para cumprir diversos mandados de prisão resultantes de investigações conduzidas por unidades operacionais em todo o estado. A ação é liderada pelo delegado-geral da PCAL, Gustavo Xavier, com coordenação do Núcleo de Planejamento Operacional, sob o comando do delegado Bruno Tavares.
Para a execução da operação, a PCAL contou com o apoio das diretorias DPJ1, DPJ2, DPJ3 e DPJ4, além da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), Delegacia Especializada de Roubos da Capital (DERC), Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit), Grupo Especial de Apoio à Investigação (GEAI) e da Delegacia de Homicídios do Interior. As equipes estão mobilizadas tanto na capital quanto no interior do estado.