Morte de mãe e filha na Barra da Tijuca é investigada pela Polícia Civil
Lidiane Aline Lorenço, modelo e empresária de 33 anos, e sua filha, Miana Sophya, de 15, foram encontradas mortas no apartamento. A família contesta boatos e pede respeito ao "luto inestimável".
A Polícia Civil do Rio de Janeiro está investigando as mortes da modelo e empresária Lidiane Aline Lorenço, de 33 anos, e de sua filha, Miana Sophya Santos, de 15. Os corpos foram encontrados no último dia 9 de outubro, no apartamento onde moravam, na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca.
As duas, que são naturais de Santa Catarina, foram vistas pela última vez em 4 de outubro em um salão de beleza no condomínio, conforme depoimento da síndica à 16ª DP (Barra da Tijuca).
Investigação e Repercussão Internacional
Durante as diligências, os agentes não encontraram sinais aparentes de violência no imóvel. Os corpos foram encaminhados para necropsia, e a polícia aguarda os laudos complementares do Instituto Médico-Legal (IML) para determinar a causa das mortes.
O caso ganhou repercussão internacional, sendo noticiado pelo jornal britânico Daily Mail, que descreveu o "enredo misterioso" e destacou que vizinhos teriam alertado a administração do prédio após sentirem um cheiro forte vindo do apartamento. A reportagem também ressaltou que a modelo e influenciadora e a filha foram encontradas em cômodos diferentes do imóvel.
Família Pede Respeito e Contesta Boatos
A família de Lidiane divulgou uma nota nesta terça-feira (14) pedindo respeito e empatia, e contestando informações que circularam na mídia sobre a trajetória da modelo.
Trechos da nota da família:
- A família diz estar de "coração partido pela partida prematura de uma mulher cheia de vida, sonhos e um amor imensurável pela sua filha".
- Contestando boatos, afirmaram que é falsa a informação de que Lidiane teria abandonado a medicina para ser influenciadora digital, esclarecendo que ela cursava a faculdade e tinha o sonho de ser médica.
- Pediram que o público e a imprensa aguardem as apurações oficiais, evitando a propagação de "boatos maldosos e especulações infundadas que apenas aumentam o sofrimento".