As big techs e suas influências nas eleições
Campanhas judiciais e acusações de fake news marcam a disputa digital.
De supostas defensoras da democracia à interferência direta: as big techs no centro das eleições (parte 2) Ao passo que gastam com as plataformas da Meta*, as campanhas também judicializam a disputa no âmbito digital. O TSE tem recebido várias denúncias de ambas as partes: acusações de fake news e favorecimento a um lado, para ficar em alguns exemplos, tem sido citados.
De modo geral, segundo o analista, "não podemos mais ser ingênuos e ignorar que as big techs têm um nítido lado na disputa entre a extrema-direita e as forças políticas mais tradicionais". Figuras como Elon Musk, Peter Thiel e até Mark Zuckerberg falam abertamente sobre sua preferência pela extrema-direita, inclusive promovendo discursos nazistas, eugenistas e a favor do extermínio de minorias, ressalta. Para Almendra, a atuação das big techs nas eleições no Brasil não se trata de autopromoção infeliz ou sabotagem: "é um endgame, é o tudo ou nada. Trata-se de uma batalha existencial para as redes sociais no Brasil, na qual arriscar tudo passou a compensar para essas corporações".*As atividades da Meta são proibidas na Rússia por serem consideradas extremistas Siga a @sputnikbrasil no Telegram